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2 Palavras para Empreender com Sucesso: Growth Hacking!

Empreender com sucesso não é copiar o que outros fazem.

Se já participou de algum curso de liderança ou palestra de liderança direcionada a negócios, deve ter visto que empreendedorismo é o conceito do momento.

O Empreendedorismo tem sido festejado na quase totalidade dos eventos empresariais. Se já foi em algum evento direcionado a empreendedores deve ter percebido que tudo é muito glamoroso e legal: só escutamos as histórias de sucesso. Todo mundo vê uma meia dúzia de empreendedores que deram certo, que expõe suas experiências, dão alternativas e conceitos para que possa orientá-lo em seu empreendimento.

Já, em contraponto a meia dúzia dos que deram certo, ninguém fala dos milhares que deram errado ao empreender.

É claro e lógico. Ninguém quer ficar ouvindo histórias de pessoas que não tiveram sucesso. Se vamos copiar alguma fórmula de alguém, é melhor copiarmos as fórmulas de sucesso, certo?

Errado!

 

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Uma boa estratégia é entender os fracassos.

Já ouviu falar em Growth Hacking?

Growth Hacking é um termo cunhado por Sean Ellis em 2010. É fundador e CEO do GrowthHackers.com, o maior portal de conteúdo sobre Growth Hacking do mundo. A definição mais correta do Growth Hacking é: marketing orientado a experimentos. Em português não tem tradução direta, mas seu conceito já está bem compreendido por organizações que procuram alternativas de negócios nos mercados hiper-competitivos de nossa atualidade.

Sua compreensão está no próprio nome:

  • Growth – crescimento.
  • Hack – brecha, espaço, corte.
  • Hacking – o ato de encontrar e explorar essas brechas e espaços.

Conceitualmente é a ação de promover o crescimento organizacional baseado na exploração e experimentação de novos espaços, ou brechas nos mercados existentes, crescimento este amparado pela adoção de novas tecnologias e novas abordagens nas estratégias de negócios.

Growth Hacking é o nome dado para definir um modelo de estratégia inovadora de marketing de negócios que combina marketing, engenharia, tecnologia e brechas pouco exploradas do mercado.

Sabe como Sean Ellis chegou a este conceito e como adotou a sua cartilha para o Growth Hacking?

Observando as inúmeras iniciativas de empreendedores do Vale do Silício que deram errado. É isto mesmo o Vale do Silício também tem seus loosers, e não são poucos. A vantagem do Vale do Silício é que são especialistas em procurar por brechas, oportunidades para novos negócios.

A sacada de Ellis é estudar, ao invés dos cases de sucesso, os cases de fracasso das empresas de tecnologia do Vale do Silício e adotar o caminho inverso escolhido para produtos, procedimentos e inovações que deram errado.

Em princípio adotou uma estratégia inteligente. Partiu do princípio que toda ideia de sucesso é copiada por todos, logo se trilhasse o mesmo caminho da maioria nada mais estaria fazendo além de realizar mais do mesmo.

Percebeu também que os fracassos, normalmente, são pouco divulgados deliberadamente para que não se arranhe a imagem de nenhuma organização ou investidor. Muitas vezes são tratados como assuntos confidenciais mesmo. Assim sendo, podem esconder importantes lições que estão longe do foco da maioria, que procura sempre copiar o que dá certo.

O Growth Hacking nasce tendo como baliza o fracasso e sua inversão. Olha que jeito bacana de ver as coisas.

Bingo!

Ellis elaborou uma estratégia de negócios poderosa, após o estudo de inúmeros fracassos, e o conceito já extrapola o exclusivo universo das empresas de tecnologia e começa a ser adotada por organizações de diversas partes do mundo. Desde bancos de investimento até pequenos negócios.

Não pense em empreendedorismo, pense em Growth-Hacking.

 

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A Cartilha do Growth Hacking

Uma das grandes sacadas de Ellis foi a elaboração de uma cartilha conceitual de Growth Hacking pontuando as falhas que encontrou nos fracassos de empreendimentos anteriores e adotando o seu contraponto como a medida que deveria ter sido tomada para o sucesso, mas não foi.

Como consequência, se adotadas, não garantem, mas aumentam muito as chances de sucesso. São elas e seus respectivos contrapontos:

  • Ações de Marketing baseadas em conteúdo viral.
    • Não adianta ter somente conteúdo, tem de ser viral.
  • Assessoria de Imprensa ativa e 100% direcionada.
    • Não adianta ter uma assessoria de imprensa, ela tem de saber o número do passaporte para quem fala.
  • Procura pelo desenvolvimento de ações e produtos não convencionais.
    • Não adianta ter um bom produto, tem de ser inovador, no pior das hipóteses diferente.
  • Investir nas redes seletivamente.
    • Não adianta estar na rede, tem de ser visto na rede e por quem lhe interessa e se interessa pelo que você faz.
  • Investir em canais de marketing fora do seu nicho.
    • Não adianta fazer marketing somente para quem já lhe conhece.
  • Inbound Marketing.
    • Alie-se a outros sites, divida sua notoriedade com outros, crie empatia na rede.
  • E-mail Marketing.
    • O óbvio não deve ser desprezado.
  • Target Marketing Blogs. (Blogs de Conteúdo direcionados)
    • Crie blogs específicos e alie-se a blogs específicos.
  • Programa de pequenos afiliados ou pequenas franquias.
    • Não pense grande, pense pragmaticamente e viralmente.
  • Trade Shows Diversificados (Feiras de negócios).
    • Exponha ou dê suporte de graça a expositores aonde seus concorrentes não estão, mesmo que seja fora de seu mercado.
  • Speaking Engagements (Simpósios, Palestras, EAD etc.)
    • Vá falar aos outros, de graça, sobre o que faz. Crie empatia com pessoas.
  • Community Building. (Criação de comunidades que curtem o que sua organização faz)
    • Procure originalidade e crie sua própria comunidade.

O conceito de Growth Hacking é dinâmico, pois não segue necessariamente nenhuma literatura técnica ou teoria de administração clássica, apenas observa os vetores responsáveis por fracassos pregressos e elabora sobre seus contrapontos.

Não pode ser compreendido como a forma de se administrar um negócio. É uma forma inteligente de procurar brechas e oportunidades de negócios que não sigam modelos clássicos de sucesso, mas sim executem o inverso vetor responsável pelo fracasso.

Este conceito também influenciou a maioria das empresas de treinamento nos últimos anos, principalmente as que se dedicam ao treinamento de liderança e gestão de equipes comerciais.

Não significa que temos de simplesmente desprezar nossas velhas fórmulas de se fazer as coisas e isto inclui o ato de empreender.

Pode copiar o que deu certo, não é nenhuma vergonha e pode ser um bom começo. Mas se quiser dar um passo adiante, fique de olho e estude os fracassos, lá podem estar várias dicas para compor a sua receita de sucesso.

Boa sorte e empreenda.

Guest Post por TrainerBr

 

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